segunda-feira, 25 de abril de 2016
Configurar o recurso "VERIFICAR ORTOGRAFIA E GRAMÁTICA" no Word 2007
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quinta-feira, 31 de março de 2016
Criação de desenhos no Word
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Roteador Wireless N 150 Mbps - Multilaser
Ligar/configurar
Ligar o cabo da Internet à porta Wan do reteador
Ligar o cabo de dados do PC/laptop à porta Lan do roteador
Ligar o PC e o Roteador
Aguardar que o roteador ligue todos os leds
Fazer login no roteador
No PC abra o navegador WEB e digite o endereço padrão http://192.168.1.1
Após, aparecerá uma janela com os seguintes campos:
User name: admin (digite)
Password: admin (digite)
Clique OK
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Palavras
domingo, 13 de dezembro de 2015
Acesso remoto de computadores parceiros - SO Windows
Para criar essa possibilidade é necessário que o PC principal e o PC parceiro (que será acessado) instalem o APP TeamViewer no site Baixaki: http://www.baixaki.com.br/download/teamviewer.htm
Como fazer:
1. No PC principal abrimos o APP TeamViewer
2. Na interface do APP "Controlar computador remoto",no campo ID de parceiro, digite o nº da ID que aparece na interface do APP do PC parceiro;
3. Clique na aba "Conexão ao parceiro;
4. Abrirá uma nova janela solicitando a senha, esta senha é a senha que aparece na interface do PC parceiro; digite esta senha e dê enter/OK
5. Aparecerá a tela (área de serviço) do PC parceiro, o que permitirá acessar todos os arquivos e programas do PC.
Nota: Para acessar o PC parceiro, os dois PCs deverão estar ligados e conectados na internet. As informações da ID e da senha do parceiro podem ser passadas através de e-mail ou por telefone.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
O mundo virtual e a realidade
Os efeitos de uma guerra “burra”
Assistir filmes do YouTube na TV a partir de arquivos de um pendrive
É hora de refletir sobre a crise
O Ciclo
domingo, 6 de dezembro de 2015
Narquita visita Bracatinga
domingo, 22 de novembro de 2015
A falta de tempo
O tempo que era para ser democrático tornou-se autoritário. Ninguém tem tempo, pelo menos para os outros. Estão todos muito atarefados. Parece que, mesmo os que têm tempo, fazem de tudo para não tê-lo. Tarefas sem o menor valor passam a disputar prioridades em agendas, cujas folgas tornam-se exíguas. Parece que temos medo de ter tempo e não saber o que fazer com ele. Exercitamos o egoísmo de estarmos sempre muito ocupados, assim não temos que dividir nada, muito menos o tempo. A dúvida sempre me persegue. Pessoas caminham em várias direções e abanam em cumprimentos rápidos de modo que nunca sei se estão com pressa ou se tem receio de dizer, sem palavras, que alguém poderia pensar que elas têm tempo.
Sabe-se que o relógio do tempo não espera e que o mundo é dinâmico, mas não precisamos ter medo de ter tempo e nem precisamos inventar algo inútil para justificar a ausência total de tempo para com o outro. Parece-me que fazemos questão de construir-se uma realidade com muitos compromissos para justificarmos, quando chegarmos ao fim do caminho, que faltou tempo para realizarmos os nossos sonhos ou de fazer alguma coisa.
Alguns optam pela rotina repetitiva, mesmo quando esta não é e nem se faz necessária. Embrenhamo-nos no tédio absoluto apenas pela certeza da não imprevisibilidade. Um passo depois do outro, o mesmo meio-fio. Absoluta certeza de não ter que responder o que não gostaria de responder. Pessoas com tempo é um risco para pessoas que nunca tem tempo. Ainda não aprendemos a ariscar o desconforto de ter que pensar. Construo o meu mundo cercado de muros altos para serem obstáculos reais para que ninguém comprometa a segurança do meu tempo conhecido. É mais fácil dizer que não posso, pois assim, o risco de ter que responder a uma situação indesejada é apenas uma remota hipótese.
"Ah se eu tivesse tempo; teria estudado matemática, teria sido um artista da dramaturgia clássica, teria mudado o mundo. O mundo conspirou contra mim. No lugar de oportunidades ganhei muitas armadilhas, todas elas com falta de tempo. O sono é o grande vilão. A preguiça teima em cercear o meu tempo o tempo todo. A vontade me abandonou no pior momento, justamente, quando tinha tempo. Droga de vida, onde foi parar o meu tempo?"
Quem volta do trabalho diz que não tem tempo porque está cansado. Quem estuda diz que não tempo porque tem que estudar. Quem não faz nada diz que não tem tempo porque ainda não olhou as atualizações do Facebook. Chego a desconfiar desse mundo muito ocupado. Às vezes chego pensar que não temos tempo para poder morrer mais cedo. Se não existo, não tenho compromisso com ninguém. Não preciso responder, perguntar, interagir com pessoas vivas; afinal, os mortos não falam, já tiveram o seu tempo. Ou, talvez, não seja nada disso. Talvez seja uma percepção distorcida do que seja o tempo.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
A era das ideias
Lembro, sem muita precisão, que lá pelos anos 2000, um pensador ao divagar sobre os rumos da sociedade do século XXI diagnosticou que estaríamos saindo da Era Industrial e entrando na Era das Ideias. O produto do século seria ideias, a venda de ideias. Parece que o "cara" tinha razão, pois o que se vê é uma associação de inovações e países ricos, em todos os sentidos. Dentro deste novo cenário de novas ideias destacamos os 10 países mais inovadores entre 141 países analisados conforme 79 indicadores relacionados com inovação, economia, política, e outros aspectos, estudo este feito e publicado pela Universidade de Cornell, Escola Pós-graduação em Negócios, na França e pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual. Os 10 primeiros são: 1º Suíça, 2º Reino Unido, 3º Suécia, 4º Holanda, 5º Estados Unidos, 6º Finlândia, 7º Singapura, 8º Irlanda, 9º Luxemburgo, 10º Dinamarca. O Brasil ocupa a posição 70 no ranking. Parece que o nosso negócio ainda é produção de commodities (matérias-primas) com baixos valores agregados e com poucas ideias, salvo a produção agrícola, onde nos destacamos pela alta produtividade, mas cujas exportações ainda predominam produtos in natura, o que não deixa de ser visto como um atraso numa estrutura de negócios se considerarmos que, para cada quilo de frango ou arroz produzido, consome-se 1000 litros de água.
Se quisermos mudar nossa matriz de produção, precisamos, o quanto antes, investir em educação de qualidade com olhos em novas ideias e projetos, destacando produtos com mais valores agregados (tecnologia, mão-de-obra, requisitos de utilização compatíveis com o momento atual). A tecnologia embarcada é um destaque em todos os países ricos, pois estes produtos envolvem softwares (programas) e hardwares (parte física) com uma importante demanda de mão-de-obra em todos os níveis e especializações. A tecnologia embarcada já faz parte do nosso dia-a-dia, onde podemos citar as modernas geladeiras, TVs, micro-ondas, automóveis que usam combustíveis fósseis ou não, motos, smartphones, computadores de mesa, notebooks, aviões, robôs, equipamentos hospitalares, CFTV, controle de dados de animais, gente, e aí por diante. É um mundo sem volta. É claro que como todas as coisas há vantagens e desvantagens; entre as vantagens, o poder de fogo em relação aos preços: pode-se cobrar mais pelos produtos, pois ideias tem um elevado valor no mercado global. Desvantagens: precisamos nos preparar para migrar do século XX para o XXI.
Os efeitos morais das atitudes
Pois, depois de 12 anos, o Ex-premiê Tony Blair vem a público pedir desculpas pelos erros na Guerra do Iraque. Já era hora; afinal, depois de assistir a migração no norte da Europa, cujas causas estão fincadas nas ações de abuso de poder e propostas de moralidade duvidosas, o Mr. Blair deve ter convivido com o drama de consciência por ter sido, juntamente com seu amigo George W. Bush, os causadores do caos que ora se estabeleceu no Iraque e na Síria com o surgimento do Estado Islâmico.
No período que antecedeu a invasão do Iraque eu acompanhei todos os debates entre personalidades de vários setores internacionais, incluindo a ONU e, na época, estava bem claro, não havia nenhuma prova de que o Iraque tivesse arsenais de armas químicas, pretexto usado para o Iraque ser destruído.
Mesmo sem argumentos convincentes, Blair e Bush decidiram invadir o Iraque. É claro que não faltaram quem defendesse as ações dos dois mandatários, alegando, por exemplo, que o Saddam Hussein era um tirano e, por ter esse perfil precisava ser eliminado; mas aí fica a pergunta, e as outras dezenas de tiranos que comandam os vários países da Ásia e África, por que estes também não foram ou são depostos, julgados e punidos?
No caso em pauta é óbvio que os interesses eram outros, por exemplo, atender setores cuja matriz de ganhos econômicos ainda está fundamentada no velho e bom petróleo e na produção de armas de guerra. Um ranço, que embora fora de moda, ainda é um grande combustível para se fazer guerras, cujas consequências tem o jeitão de uma equação não-linear, a do caos.
Entre muitas dúzias de consequências danosas das ações consideradas imorais, temos o surgimento do Estado Islâmico e a migração de uma parcela da população do Iraque, Afeganistão e Síria em direção a Europa em busca de alguma possibilidade de preservar a vida. Enquanto isso os Estados Unidos e Inglaterra, responsáveis por inserir variáveis imprevisíveis na fórmula do caos desses países pobres, continuam omissos na busca de uma solução ou de investir na recuperação do desastre criado.
Mas o grande problema que eu vejo em tudo isso é que deveríamos aproveitar melhor os ensinamentos das experiências vividas e, outra questão que me intriga, é que a história se repete em seus aspectos diabólicos e imorais; afinal, onde desejamos chegar?
Os homens do presidente
Não estou falando de "Todos os Homens do Presidente" filme que reproduziu no cinema o escândalo Watergate ocorrido na década de 70, nos Estados Unidos, o que culminou com a Renúncia do presidente americano Richard Nixon.
Hoje, o cenário é tupiniquim: "Os homens do presidente" e ainda não tem filme, nem candidatos aos possíveis personagens que farão as denúncias do maior escândalo republicano, no país que é a nona economia mundial (acabou de perder dois pontos no ranking). A história já está pronta, faltam alguns detalhes, mas são de acabamento, nada que possa mudar a essência da trama.
Lawrence Kohlberg, que foi professor da Harvard University, desenvolveu uma teoria chamada Desenvolvimento Moral, onde ele diz que o desenvolvimento moral pode ser estratificado em níveis e estes em estágios. A teoria formula três níveis: Pré-convencial (crianças) que, por sua vez, é subdividido em dois estágios, estágio 1, cuja orientação social é Obediência e Punição e o 2 é Individualismo/Instrumentalismo. O nível Convencional (adolescente) tem o estágio 3, "Bom garoto/Boa garota" e o 4, Lei e Ordem. O nível Pós-convencional (adulto), estágio 5, Contrato Social e o estágio 6, Consciência Social.
Em "Os homens do presidente" parece que a teoria do professor Kohlberg se aplica muito bem, mas ao contrário, ou seja, o grande grupo dos falcatruas fizeram vistas grossas para todos os estágios da teoria de Kohlberg. Um belo caso para debate acadêmico. Mas teria esse tipo de assunto efeitos na pobreza nacional e mundial e, portanto, mereceria atenção? Por este enfoque, sim. Grandes estudiosos de efeitos sociais e econômicos atestam que uma das maiores causas da pobreza e a miséria no mundo é a corrupção. É claro que o assunto da moda é o aquecimento global, mas será que é confortável convivermos com o coquetel de problemas que nascem em um ambiente com elevados níveis de corrupção?










