domingo, 21 de março de 2010

La manifestación sutil del tiempo ...

Jornei Costa

La niña, mientras mira la lluvia por la ventana, luchando para sacar  una cáscara de palomitas de maíz que quedaron bajo la lengua. El motorista buscado por todas partes tratando de identificar su próximo cliente. Cerca de allí, un zumbido insistente de las campanas anunció que la misa comenzaría pronto. Todos se movió. Manifestaciones conscientes e inconscientes en un tira y afloja en el tiempo el acompañamiento invisible pero implacable silencio.

La oruga, que no era mariposa, esperó en silencio, el tiempo para dar su primer viaje fuera de su capullo discreto. Además, el caracol subió la pared, sin quejarse de su falta de velocidad. La naturaleza corrió la barra normal de rotación de la tierra. El ciclo de vida se repite. Nada era estática. El pulso de mi sangre y el tiempo que se desarrolló me dio una idea clara de la dinámica de todas las cosas, esta energía que estamos inmersos y del que no tenemos ningún control para evitarlo.

En un intento de confirmar algunas imágenes que he considerado de nuevo, no fue posible, ya había pasado. El tiempo, indiferente, siguió adelante. Todo a mi alrededor estaba sucediendo. Me di cuenta entonces de que el mundo era también un poco nervioso y no están dispuestos a esperar. Y ahí estaba él, el tiempo: situado en la parte superior como un águila, estaba haciendo un recuento de sus registros de no retorno.

Pensé en la lucha contra el tiempo, pero a mi me llamó la atención de los sensores de mi flash de la irracionalidad. Fue entonces en una posición de reflexión metafísica, en lugar de oponerse a mí, me aliei a su compañero que nos acompaña y nos da la sensación de pasado, presente y futuro.

La muchacha miró a la corteza de las palomitas de maíz a su alcance. En los aparcamientos no havia más táxis. El religiosos habían exorcizado sus pecados y regresaban a sus casas aliviados.

sexta-feira, 19 de março de 2010

A teoria do caos

 Jornei Costa                                                  

Embora a palavra caos também signifique confusão ou desordem, na física tem outro significado, a saber: “Comportamento praticamente imprevisível exibido em sistemas regidos por leis deterministas, e que se deve ao fato de as equações não-lineares que regem a evolução desses sistemas serem extremamente sensíveis a variações, em suas condições iniciais; assim, uma pequena alteração no valor de um parâmetro pode gerar grandes mudanças no estado do sistema, à medida que este tem uma evolução temporal”. – Dicionário Aurélio – Século XXI

Decidi abordar a teoria do meteorologista norte-americano Edward Lorenz pela relação da mesma com os eventos que acontecem no mundo, no nosso dia-a-dia e por curiosidade científica.

A teoria estabelece que uma pequena mudança ocorrida no início de um evento qualquer pode ter conseqüências desconhecidas no futuro. Ou seja, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa terá um resultado amanhã, embora desconhecido. Lorenz teorizou que um acontecimento simples tinha um comportamento tão desordenado quanto à vida. Ele chegou a esta conclusão após testar um programa de computador que simulava o movimento de massa de ar. Em busca de uma resposta Lorenz teclou um número que alimentavam os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, na expectativa de que o resultado tivesse poucas mudanças. Para surpresa, a pequena alteração transformou completamente o padrão das massas de ar. Segundo ele seria como se o bater de asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas. Fundamentado em seus estudos, ele formulou equações que demonstravam o “efeito borboleta”. Origina-se assim a teoria do caos.

Mais tarde, alguns cientistas também concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do número de vezes que o olho pisca até a cotação da Bolsa de Valores.

Instigado pela essência da teoria, julguei que seria interessante apenas iniciar alguns eventos e repassar para o leitor a responsabilidade de construir o final dos mesmos. Vejamos:
– queda na Bolsa de Valores de Nova Iorque, em função da quebradeira de instituições financeiras dos Estados Unidos...
– trânsito de São Paulo...
– aumento da poluição em nível mundial...
– poder paralelo do narcotráfico no Rio de Janeiro...
– começar a exercitar o cérebro (considerando reações neurais em cadeia)...
– iniciar o dia com mau-humor...
– iniciar o dia de bem com a vida...
– (...)

Ao escrever este texto pensei em interagir com os leitores de tal modo que ele participe da idéia contida na dissertação.

Na época que escrevi este texto era acadêmico do curso de Física – UFSM – pólo Herval 


terça-feira, 16 de março de 2010

Quando a razão disse não

Jornei Costa

Digo ao meu cérebro que vou escrever uma crônica. Ele não responde, permanece quieto. Depois de algum tempo, quando já havia desistido de continuar, ele pergunta: ”qual é o tema?”. Aproveitei o flash de  solicitude e fui logo definindo não só o tema, mas o foco do assunto. Não aconteceu nada. Não houve qualquer comunicação inteligente entre os meus estimados neurônios e os meus dedos. Inconformado, procurei alfinetá-lo. Tentei agredi-lo fazendo uso de algumas frases como: afinal, tu usas o condomínio do meu corpo, portanto me deves obediência. Nada. Era como se ele estivesse vivendo uma revolução. Imaginei-o de armadura, protegendo-se de ataques que naturalmente lhe eram feitos na forma de solicitações, supostamente tidas e ditas como necessárias, mas que ele não considerava como importantes. Aos poucos tive a sensação de ter perdido  o controle racional sobre minhas reações cognitivas. Mas no auge dessa guerra de poder, resolvi ser tolerante, afinal, no trivial, ele não tinha se negado a responder, e, portanto, eu vinha tocando a minha rotina sem grandes atropelos. Logo, pensei: cada coisa ao seu tempo, talvez amanhã ou depois eu consiga fazer as pazes com ele e tudo fica bem.

Não havia dúvidas, havia obstáculos entre a razão e a ação. Dia após dia não conseguia alinhavar nenhuma frase que tivesse sentido ou que me desse prazer de escrevê-la. Era como se um nojo inconsciente tivesse se apoderado de uma parte sensível de meu cérebro.

Cheguei a pensar que a nossa realidade fosse essa: o poder emocional expandia-se a apagavam os reflexos da inteligência racional. Eu estava marchando da mesma forma que bilhões de pessoas. Por momentos senti-me confortável e esta conclusão justificava a falta de estimulo de pensar e escrever.

A desobediência estava clara e instituída. Havia uma revolução entre poderes. O conflito não era apenas uma sensação fictícia de meu imaginário insolente, mas um fato real que mostrava que nem sempre conseguimos dizer ou fazermos o que queremos.

domingo, 14 de março de 2010

Uma revolução invisível

Jornei Costa

Vivemos a revolução de conceitos e valores. São as mudanças que vem a cabresto com as criações planejadas onde o lucro é o alvo principal.

O Estado começa a dividir suas competências com a iniciativa privada. As pessoas da sociedade civil assumem o ônus da ausência do Estado. O caos pela troca das atribuições se estabelece: os conflitos e as distorções são inevitáveis.

Embora sejamos regidos por um sistema de liberdade democrática e capitalista, não conseguimos ser tão independentes quanto precisaríamos e, como conseqüência ficamos vulneráveis aos novos conceitos e valores que se impõem como uma receita a ser seguida, com risco se não segui-las de sermos discriminados e, por que não, até socialmente excluídos. 

Nesta inversão de valores, a TV, o automóvel, o celular, o computador passam a ter lugar privilegiado em nossas mentes e corações, e, pessoas, diante destas novas figuras da mitologia moderna contracenam no cotidiano num papel secundário.

Habilidade profissional e desenvolvimento intelectual são erroneamente interpretados pelo idiota como esperteza e, o idiota esperto, é visto como inteligente. E assim criamos uma realidade na contramão da inteligência humana.

Pessoas imersas neste terremoto de apelos e propostas divulgados pela TV, meio de comunicação que monopoliza todas as atenções, com raras exceções, buscam imitar nos seus cotidianos o que vêem na tela da TV e do computador passando a viver uma realidade ilusória.

Todos se encantam com imagens e delas passam a serem vítimas. Os mais jovens, nas suas ingenuidades, aceitam as imagens como a única verdade, como a coisa que é certa. Tomar bebida alcoólica, por exemplo, é a coisa certa, pois o seu Ídolo, o Ronaldo, toma cerveja na TV e os incita a fazer o mesmo. A vida já não é tão importante como alguns mais conservadores dizem ser; afinal, os seus mocinhos matam sem qualquer piedade; então, isto é tido com certo.

Namorar passa a ser coisa do passado. Namorar é início ou talvez o meio e isto já não é mais importante, pois estamos recebendo as coisas prontas, no fim; então, eliminamos o início e o meio e vamos diretos pro fim: a última etapa do processo.

Quando não encontramos prazer na conversa, na leitura, na música, no aprender, no ver, no fazer vamos então para o prazer pronto, aquele que já é o final, queimamos etapas. E, quando nos oferecem o "prazer" das drogas vemos como a melhor opção de prazer. É o "prazer" fácil, que embora seja o prazer da morte mesmo assim é aceito. Mas esta questão de vida e morte já não é mais importante, pois elas já foram banalizadas pelos nossos “mocinhos” em filmes e novelas, repetidas vezes vistos e aceitos como “interessantes”. Talvez a proposta do “prazer” das drogas até fosse mais bem discutida se não precisasse apenas de dois componentes: dinheiro e de um idiota.

Pensar deveria ser um desafio e aceito como viável. Questionar e não fazer o que a maioria faz não pode ser visto como loucura, mas como tomada de posicionamento, discernimento. Não precisamos correr para onde todos correm. Não precisamos bater palmas porque uma maioria está batendo palmas, precisamos antes pensar se o homenageado merece ser aplaudido. 

Não somos pão da mesma massa, somos seres humanos, pensantes. Não devemos ter medo de ser diferentes, precisamos é ter medo de afundarmos no mesmo buraco.

Ao toque sutil do tempo

Jornei Costa

A garota, enquanto olhava a chuva pelo vidro da janela, lutava para tirar uma casca de pipoca que se alojara sob a língua. O taxista olhava para todos os lados tentando identificar o seu próximo cliente. Próximo dali, um insistente repicar de sinos anunciava que a missa não tardaria a começar. Todos se movimentavam. Eram manifestações conscientes e inconscientes num vai-e-vem silencioso sob o acompanhamento invisível, mas implacável do tempo.

A lagarta, que ainda não era borboleta, aguardava calmamente o momento de dar o seu primeiro passeio fora de seu discreto casulo. Ao lado, a lesma subia o muro sem reclamar da sua pouca velocidade. A natureza rodava no compasso normal da rotação da terra. O ciclo da vida se repetia. Nada era estático. A pulsação do meu sangue e o tempo que transcorria dava-me a idéia clara da dinâmica de todas as coisas, dessa energia em que estamos imersos e sobre a qual não temos o controle de detê-la.

Na tentativa de confirmar algumas imagens cheguei a pensar em voltar, não foi possível, já era passado. O tempo, indiferente, seguia adiante. Tudo à minha volta continuava a acontecer. Percebi, pois, que o mundo era também um pouco nervoso e não está disposto a esperar. E, lá estava ele, o tempo: posicionado no alto como uma águia, ia fazendo seus registros numa contagem sem retorno.

Cheguei a pensar em brigar contra o tempo, mas os meus sensores alertaram-me do meu flash de irracionalidade. Foi quando então, numa situação de reflexo metafísico, ao invés de me contrapor, aliei-me a esse companheiro que nos acompanha e nos dá o sentido de passado, presente e futuro.

A garota olhava a casca de pipoca na ponta do dedo. No ponto de táxi, não havia taxistas. Os religiosos, já tinham exorcizado seus pecados e voltavam aliviados para casa.

terça-feira, 9 de março de 2010

O Livro

Pensei em fugir daquele panorama hostil, quase insalubre. A coragem inicial deu lugar a um carrossel de dúvidas e medos. O meu cérebro fervilhava completamente improdutivo, pois não elaborava nenhuma resposta que pudesse dar-me um norte razoável. 


( parte do texto "O livro")


Para ler a crônica clique em O Livro

terça-feira, 2 de março de 2010

A saúde e a sociedade

O artigo "A saúde e a sociedade" é de minha autoria e foi publicado no jornal Diário Popular. Trata-se de uma crítica à omissão da classe média nas questões da saúde do país.

Clique aqui para ver o artigo

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Alcoolismo

  • O alcoolismo acomete de 10 a 12% da população mundial e 11,2% dos brasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país.
  • A incidência do alcoolismo é maior entre os mais jovens, especialmente na faixa etária dos 18 aos 29 anos.
  • O álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas.
  • De acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas - CEBRID - entre estudantes de dez capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65%  dos entrevistados, estando bem à frente do tabaco. Dentre esses, 50% iniciaram o uso entre os 10 e 12 anos de idade.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - Abuso e Dependência do Álcool
Citado no site: www.hepcentro.com.br/alcoolismo.htm

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Coisas "made in Brazil", uma hipocrisia.

"Não se pode conduzir um homem ou um povo através do inferno sem lhe prometer o céu"- autor desconhecido.

No Brasil onde o alcoolismo é um grande problema de saúde pública, ainda incentivamos a propaganda de bebidas alcoólicas na TV aberta.

E, para motivar o consumo do álcool, aparecem figuras como o senhor Dunga, o treinador da seleção brasileira, uma referência nacional para crianças e jovens fazendo propaganda de cerveja, tendo o agravante de usar a estrutura da Seleção brasileira na filmagem de seu vídeo.

Não é o primeiro caso de "figurões" do futebol fazerem apologia ao consumo de bebidas alcoólicas, o que é lamentável e triste para uma nação com crônicos problemas de drogadição.

Pois é, tem gente que usa a máquina da república para fazer propaganda em benefício próprio e fica tudo bem, na mais relapsa omissão dos governantes.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fotos de alguns dos meus antepassados


Zeferino da Costa Medeiros
e Ana Faustina de Lima (1858 - 1912)
Bisavós de Jornei Costa

Ambrozina da Costa Medeiros (1855 - ?)
Tia tetravó de Jornei Costa


Maria Fca. Borges dos Santos, esposa de
Otílio da Costa Medeiros, com os filhos
Maia, Euclides, Diófanes e
Sílvio dos Santos Medeiros



Ismário de Lima Medeiros
Irmão de Isaura Medeiros da Costa
Tio avô de Jornei Costa

MEI - Micro Empreendedor Individual


Para mais informações sobre MEI - Micro Empreendedor Individual, acesse o portal
www.portaldoempreendedor.gov.br

Quem pode se cadastrar?


Profissionais cuja receita bruta seja de até R$ 36 mil, sem sociedade e com no máximo um funcionário.

Como fazer o cadastro?

O usuário deve acessar o site www.portaldoempreendedor.gov.br eclicar no botão verde onde se lê "formalize-se agora".

Quanto custa?

Não há taxa de inscrição. Após o cadastro, a pessoa pagará R$ 5 de ISS ao município, se for prestador de serviço, ou R$ 1 de ICMS para o Estado, caso a atividade envolva a venda de produtos. O INSS será reduzido a 11% do salário mínimo (R$ 56,10). O gasto é mensal.

Os Benefícios

  • Aposentadoria por idade (60 anos para mulheres e 65, homens) após 15 de contribuição.
  • Direito a aposentadoria por invalidez auxílio doença com pelo menos um ano de contribuição.
  • Salário Maternidade para empreendedores com menos de dez meses de contribuição.
  • Auxílio acidente a partir do momento do registro.
  • Direito a pensão por morte e auxílio reclusão a partir do primeiro pagamento em dia para a família.
    Fonte: Zero Hora, 09.02.2010 / Portal do Empreendedor e Sebrae

Concurso Público


Reabertas inscrições para oficial de justiça

Após suspensão temporária, serão reabertas hoje as inscrições para 122 vagas de oficial de justiça de 1º grau.

Segundo nova manifestação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estão valendo as condições originais do edital de abertura do concurso, que prevê, com relação à escolaridade, a conclusão do ensino médio ou equivalente.
A interrupção aconteceu em decorrência de decisão inicial do conselho, em 20 de janeiro, por solicitação de entidades de classe defendendo que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul exijisse curso superior para os detentores do cargo.
As provas do concurso para oficial de justiça estão previstas para serem aplicadas em 18 de abril.
Respeitada a ordem de classificação, o candidato vai escolher, de acordo com as vagas disponíveis, a comarca em que atuará.

  • Inscrições: até 1º de março
  • Vagas: 122
  • Local das provas: Alegrete, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria e Santo Ângelo
  • Salário: até R$3.630,93
  • Taxa: R$ 48
  • Incrições: www.tjrs.jus.br e www.conesul.org
Fonte: Zero Hora, 09 de fevereiro de 2010.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Coluna da Cidadania


Associação de Bairros

O que é?

É uma entidade privada de utilidade pública formada por moradores de microrregiões com abrangência territorial limitada dentro do mapa do município, também chamado de bairro. Exemplo: Bairro Brasília, Vila Paraíso

Qual é a finalidade de uma associação de bairro?

A associação de bairro originada da espontânea participação e organização dos moradores tem como objetivo a melhoria da qualidade de vida do bairro e, portanto, da cidade, pois pode provocar as autoridades públicas na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade.
Ela também pode oferecer subsídios ao Ministério Público para sua ação perante o Poder Judiciário nos termos da lei
Exemplos de reivindicações: solicitar melhorias na segurança, postos de saúde, rede de esgoto, calçamento, praças para lazer, entre outras.

Como se faz uma associação de bairro?

1º passo: Reúne-se (assembléia) os moradores interessados em participar e constituir uma associação de bairro, redige-se uma ata (descrição do evento, finalidade, participantes, assinaturas dos participantes, local e data com dia, mês e ano).
2º passo: Elaborara-se uma lista de candidatos para a diretoria provisória que vai definir o estatuto e conduzir as próximas reuniões e passos.
3º passo: Escolhe-se uma diretoria (provisória) em reunião (assembléia) com aos moradores do bairro para elaborar o Estatuto que vai definir as regras de funcionamento da associação (elaborar ata).
4º passo: Elaborar o estatuto.
5º passo: Votar e aprovar o estatuto
6º passo: Reconhecer firma em cartório de todas as atas e do estatuto.
7º passo: Definir a formalização da entidade quanto pessoa jurídica junto aos órgãos do governo.
Obs: este é o procedimento correto para que a associação tenha valor jurídico. Entretanto, apenas com o reconhecimento em cartório das atas das reuniões que deu origem a associação, ela tem valor de fato, sendo aceitar em várias situações e reivindicações junto ao poder público.

Nota: sempre que for realizado alguma reunião dos moradores ou da diretoria é fundamental que se faça uma ata com as assinaturas dos participantes, pois esta será um documento com valor legal para comprovar a realização de eventos e suas respectivas finalidades.

Fontes:

Informações gerais: www.sampaonline.com.br/reportagem/associacoesdebairro2...
Estatuto: http://www.irtdpjbrasil.com.br/modelassocia.htm

Hoje pensei, hoje escrevi.


  • O problema não é pagar impostos, o problema é não ter na contrapartida serviços públicos de qualidade.
  • Antes de se fazer uma reforma ortográfica seria melhor que se fizesse uma reforma para higienizar o cenário político.
  • Falar de maus políticos é como chutar a cabeça de quem já está na sarjeta, é eticamente incorreto, pois eles já estão caídos.
  • Ser um político inteligente não basta; é preciso fazer alguma coisa de útil para a sociedade.
  • Deveríamos gastar o dinheiro público com a mesma parcimônia como se gasta o seu próprio.
  • Falar em política alimenta o exercício da cidadania, mas às vezes dá enjôo.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Coluna das informações técnicas - óleos lubrificantes automotivos


Conceito de lubrificação

A lubrificação consiste na colocação de uma película fluída entre duas superfícies metálicas em movimento onde o óleo tem a função de impedir o contato metal com metal, reduzir o atrito e o desgaste das peças em serviço.

Tipos de óleos

Os óleos de acordo com sua constituição química podem ser:
a) Parafínicos, Naftênicos e Mistos;
b) Óleos graxos;
c) Óleos compostos;
d) Óleos sintéticos.

O óleo usado no motor do automóvel

O óleo usado no motor dos nossos automóveis são, basicamente, de dois tipos, os parafínicos e os sintéticos. Os parafínicos são óleos minerais obtido por processo de destilação e demais tratamentos e sua origem é o petróleo (são óleos mais comuns, de menor custo e são os mais utilizados nos nossos automóveis). Os sintéticos são obtidos por síntese química tendo como origem resinas sintéticas (foram desenvolvidos para condições mais severas, são mais resistentes e de maior custo).

Características básicas de um óleo

Entre os muitos elementos que caracterizam um óleo lubrificante, os mais usuais (populares), são a viscosidade e os aditivos usados.

Viscosidade:

É a sua resistência ao escoamento; mede-se o grau de atrito interno do óleo quando ele escoa. É a propriedade mais importante dos óleos lubrificantes. A escolha do lubrificante adequado é basicamente uma escolha de viscosidade.

Classificação:
O grau de viscosidade para óleos conforme a norma SAE (sociedade automobilística americana) é: 5 w, 10 w, 20 w, 30w, 40w, 50w.

Aditivos:

São empregados para reforçar propriedades já existentes no óleo e para criar novas inexistentes.
Nota: nunca se devem misturar óleos de marcas diferentes, porque há riscos da incompatibilidade entre aditivos.

Tipos de aditivos: anti-oxidantes, anti-ferrugem, anti-corrosivo, anti-desaste, dispersante-detergente, melhoradores dos índices de viscosidade, extrema pressão, anti-espuma, emulsionante, bactericidas, entre outros.

Óleo multiviscoso

Trata-se de um óleo com aditivos que confere ao óleo a propriedade de multiviscosidade modulando esta conforme a temperatura do motor. O grau de classificação é do tipo: Sae 15w - 50, 20w - 40, 20w-50 , são os chamados óleos multiviscosos, também são os mais recomendados e mais utilizados atualmente.

Então agora vem a pergunta clássica: que óleo eu devo usar no motor do meu automóvel?

O seu mecânico (que deve saber a respeito de óleos lubrificantes) é que vai responder.
Como regra geral, devemos optar por um óleo multiviscoso e de marca nacionalmente bem conceituada.

Fonte: Corrêa, L.M e Silva, M. A. - Análise e Tratamentos Anticorrosivos - Engenharia Mecânica. S. Leopoldo, RS. Editora Unisinos

sábado, 30 de janeiro de 2010

COLUNA DA CIDADANIA


Exercite a sua cidadania enviando suas dúvidas, opiniões e sugestões para melhorar a sua cidade no site da
Prefeitura Municipal de Pedro Osório,
URL: http://www.pmpedroosorio.com.br

no link "...envie suas dúvidas, opiniões e sugestões"
http://www.pmpedroosorio.com.br/index.php?exibir=contato

Coluna das informações técnicas - parafusos


No popular, ao se falar sobre parafusos, logo vamos dizendo: "quero um parafuso polegada bitola tal".
Pois o parafuso é um elemento mecânico de fixação e basicamente podemos classificá-los em dois tipos, a saber:
  • Parafusos com rosca WHITWORTH, também chamado de parafuso máquina, cuja medida do diâmetro da rosca é em polegadas (1/4 - 5/16 - 3/8 - 7/16 - 1/2 - 5/8 - 3/4 - 7/8 - 1 ...) . Uma polegada = 25,4 milímetros, portanto, se você tem um parafuso com a rosca em polegadas e que quer saber o equivalente em milímetro, faça a conta: 25,4 x (a medida em polegadas), exemplo: 25,4 x 1/4 = 6,35 mm
Nota: O uso de parafusos de rosca em polegadas é muito restrito na indústria mecânica do mundo todo, sendo usado por poucos países, entre eles a Inglaterra e alguns países da América Latina. Na Indústria automotiva, entre outros produtos de ponta, usa-se o parafuso de rosca métrica.

  • Parafuso de rosca métrica - atualmente é o parafuso mais usado na indústria mecânica do mundo todo, incluindo a indústria automotiva. Estes parafusos tem a sua referência de bitola pela medida da rosca (4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 10 - 12 - 14 - 16 mm ...).
  • Quanto à sua resistência mecânica eles podem ser de baixa, média e alta resistência, dependendo da sua finalidade.
  • Tipos de cabeça - as mais comuns são: chata, panela, oval, sextavada, quadrada, sem cabeça, entre outras.
  • Tipos de fendas - as mais comuns são: fenda simples, fenda philips, pozidrive, sextavado interno, torks (muito usada em parafusos métricos para a indústria automotiva), entre outras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Algumas opiniões (as minhas)


  • Não sei porquê, mas acredito mais nas mulheres que nos homens, principalmente em se tratando de políticos.
  • Entre a sociedade e o trabalhador quem ganha é a sociedade; o outro se ocupa.
  • Com todas essas coisas de Blogs, Orkuts, Twitter e Cia, tenho a nítida impressão que somos mais públicos que privados.
  • Por que algumas pessoas ainda tem a idéia de posse sobre pessoas? Talvez precisássemos fazer uma reforma agrária neste campo.
  • Os jovens escutariam sons com 110 decibéis se soubessem que danos às células do caracol (ouvido) são irreversíveis?
  • Mais idiota que ouvir a discussão entre dois políticos corruptos é achar que todo mundo gosta de música sertaneja.
  • Sei pouco sobre o Afeganistão e o Iraque, mas sei que é uma atitude imbecil acreditar que podemos dominar e controlar um povo onde começou uma civilização.