quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O ciclo do aprendizado perdid...

O ciclo do aprendizado perdid...

Constato com certa curiosidade, que algumas comunidades se fixam num determinado patamar de desenvolvimento intelectual, político, econômico e social e ali permanecem por muito tempo, por vezes, por dezenas de anos.

[Para ver todo o texto, clique no link acima]

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O Narquita e o semáforo

O Narquita e o semáforo

By [J. Costa]

O Narquita
era um hervalense nato, mas tinha mais jeito de retirante nordestino que do gaúcho típico da região. O Narquita sofria de insônia e para driblar o despertar prematuro costumava debulhar milho catete sentado ao lado de um fogão de chapa, o que fazia tomando mate num porongo já escuro pela graxa de ovelha. Outras vezes, cutucado pela falta de sono, ele atravessa toda a cidade para tomar mate com seu amigo de teima, um tal de Filolau, que dele pouco sei, a não ser que fazia lingüiça de carne de javali e vendia na vizinhança.

[Parte da crônica. Para ler todo o texto clique no link acima]

DON JUAN DE MARCO

Atahualpa Yupanqui - Los ejes de mi carreta

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

VIRNILOVE

by JCosta

Pois a Virnilove era impressionante. Moça bonita, sempre preocupada em vestir bem, de preferência marcas de grife e, naturalmente preocupava-se como seria o desfecho da novela da noite. 

[Parte da crônica VIRNILOVE]

Crônica completa no site: http://pedroosorio.net/admin/adm_main.php?section=conteudo&action=edit&aust_node=6&w=1643

domingo, 29 de agosto de 2010

60% dos fumantes com câncer têm dificuldades em largar o cigarro - Saúde - Notícia - VEJA.com

60% dos fumantes com câncer têm dificuldades em largar o cigarro - Saúde - Notícia - VEJA.com

Segundo Fernandes, o diagnóstico do câncer é uma grande motivação para as pessoas pararem de fumar, no entanto, não é tão fácil cessar o tabagismo. “O cigarro causa uma dependência extremamente forte, mais forte do que outras drogas como o álcool e a cocaína”, disse.

domingo, 1 de agosto de 2010

Doce ilusão quem pensa que...

Doce ilusão quem pensa que...
Doce ilusão quem pensa que as coisas possam acontecer por acaso. As boas precisam ser escolhidas. Ninguém vem oferecer na porta da tua casa coisas boas e importantes para a tua vida, você tem que ir atrás delas. Ninguém bate na tua porta para oferecer uma vaga numa universidade federal na faculdade de medicina ou um emprego que pague dez ou mais salários mínimos. [Parte do texto título, By J. Costa]

O Pequeno Príncipe

O Pequeno Príncipe

"O essencial é invisível ao olhos." [Antoine Saint-Exupéry]

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Los depresivos ven el mundo de color gris

Los depresivos ven el mundo de color gris

La depresión tiene un efecto en la vista que hace que sea más difícil de detectar el contraste entre blanco y negro. Como consecuencia el mundo se percibe literalmente en tonos grises cuando nos sentimos deprimidos, según revela una investigación llevada a cabo por científicos de la Universidad de Friburgo, en Alemania.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Bom dia doutor

Bom dia doutor by [J.Costa]

Afinal, como escreveu Garcia Marques, ainda estamos vivendo os Cem anos de Solidão. Precisamos ter muita paciência.

Para ler a crônica, clique no link acima: Bom dia doutor

domingo, 11 de julho de 2010

G1 - Faltam professores de ciências exatas e biológicas nas escolas do país - notícias em Vestibular e Educação

G1 - Faltam professores de ciências exatas e biológicas nas escolas do país - notícias em Vestibular e Educação

Comentário de J. Costa: Educação. Isto é grave. Gastaremos bilhões com a Copa de 2014, mas nos descuidamos em preparar adequadamente nossos jovens para enfrentar os desafios de suas vidas e do país através de uma Educação pelo menos razoável. Lamento profundamente esta inversão de valores por parte dos governantes. Acorda Brasil!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O vício do tabaco e do álcool


Jornei Costa

Século XX, ano, 1970, moda: fumar. As pessoas com mais de quarenta e cinco anos devem  lembrar muito bem do tempo que ser fumante era estar na moda e para o público masculino era o passaporte para  a autoafirmação como “homem”. Na época em referência, o hábito de fumar e os problemas de saúde como o câncer, enfarto, problemas circulatórios, diabetes e outros malefícios eram simplesmente ignorados. Este processo de alienação das consciências era feito por uma propaganda criminosa, por interesses econômicos das empresas do tabaco e do Estado. A omissão do Estado, neste inquestionável  problema de saúde pública ocorria pela falsa ideia de que os impostos originados eram  maiores que os custos resultantes dos efeitos negativos do hábito de fumar da população.

Quando o Estado percebe o equívoco, inverte-se a relação de apoio, ou seja, o cigarro, passa de mocinho a vilão. Enquanto isso, o povo, que com o passar do tempo  torna-se um pouco mais culto, a partir do contacto com outras mídias, como por exemplo a escrita e, com maior acesso a educação começa a questionar um hábito mais adequado  ao modo comportamental do seu primitivo primo macaco. É o fim da era do tabaco.

E o álcool? Afinal, por que ainda está na moda ingerir álcool (bebidas destiladas e fermentadas)? Ingerir álcool é bom ou é ruim? Se desenvolver cirrose hepática, problemas de hipertensão, ficar condicionado a ter que tomar diariamente ou semanalmente bebida alcoólica, de viver em constante conflito com a família, de perder a capacidade cognitiva, de provocar um rombo nos cofres públicos e das empresas privadas de alguns bilhões de reais por afastamento do trabalho for bom, então, ingerir álcool é bom. Se tudo isso não for bom, então, ingerir álcool não é bom.

Também, a exemplo do cigarro, o governo deveria posicionar-se contrário a propaganda de bebidas alcóolicas, pois na saúde pública o custo do vício do álcool, hoje,  considerando os efeitos como doença, deve estar do mesmo tamanho dos  impostos incidentes sobre estas bebidas.

Todavia, enquanto não removemos os “mocinhos” que fazem propaganda desta velada roleta russa, resta-nos o desafio da percepção da nossa condição humana e anteciparmos a opção de não estarmos na moda, ditando pois,  o fim da era do álcool.

domingo, 30 de maio de 2010

O crack e o Estado


Jornei Costa

Pois finalmente o Estado, na pessoa do senhor presidente, resolve desempenhar o seu papel e enfrentar de frente a epidemia do crack.  Para tanto, o Presidente assinou no dia 20 de maio Decreto destinando 410 milhões para o chamado Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack [conforme matéria publicada no dia 21/05/2010 no Jornal A Noticia de Joinville].

O Plano integra vários ministérios, entre eles o da Saúde, do Desenvolvimento Social e da Justiça. O escopo da proposta me parece factível. O Plano prevê várias medidas, tais como internação de pacientes com o aumento do número de leitos na rede de hospitais do SUS, criação de Casas de Passagem nas cidades com mais de 500 mil habitantes, investimento em recursos humanos com a formação de profissionais especializados para tratar dos drogados através das universidades, uso das polícias e da Justiça na apreensão, repressão e combate ao tráfico, assistência psicossocial.

É importante destacar que a proposta acima é de cunho administrativo e para operacionalizá-la será necessária a participação efetiva dos municípios, gerenciado, é claro, pelos senhores prefeitos. E isto foi explicitado pelo Presidente quando ele diz que aos municípios cabe a responsabilidade pela implementação da política de enfrentamento. Portanto, cada município terá que dialogar com a União no sentido buscar o aporte de recursos para então elaborar a política a ser implementada.

Importante: conforme a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, o tratamento do viciado em crack requer internação, ao contrário de outras drogas que não exigem tratamento Full Time. [G1, 20/05/2010]

Quando percebi já havia escrito quatro parágrafos sobre o  assunto: crack; foi quando me perguntei por qual  razão teria levado um cidadão comum como eu a pensar sobre tal questão? Epidemia. Guerra. Foram estas palavras que mexeram com a minha consciência. Em situações epidêmicas ou de guerra todo cidadão precisa ajudar e é isto que pretendo fazer, ajudar.

Confesso que sei pouco sobre a questão, mas creio que o mínimo que sei foi suficiente para afirmar que o problema de viciados em crack é muito sério. Trata-se de uma droga de fácil acesso, de preço baixo e com alto poder de condicionamento e que atinge todas as classes sociais. Um detalhe importante que consta na literatura sobre a droga é que a pessoa corre grande risco de ficar viciada ao experimentá-la. Por esta razão, entre muitas outras, é que há a necessidade de se trabalhar a questão do crack de uma maneira mais abrangente e universal. E, tratando-se de um problema de saúde epidêmica, penso que apenas medidas repressivas e curativas são insuficientes. Historicamente esse tipo de problema precisa de medidas preventivas e educativas.

Prevenção e educação. O Estado precisa participar de modo mais efetivo também custeando campanhas em todas as mídias alertando para o problema. E a sociedade não pode fazer “vistas grossas” para o caso, mas ser incisiva na cobrança de ações e avaliações de resultados.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Ao príncipe: tudo; à plebe impostos


No principado todos estavam preocupados e a pergunta que permeava os vales e as colinas era:  "por que o 'Senhor' nunca estava satisfeito com tamanho dos tributos?" O tempo ia passando e a cada dia tínhamos que trabalhar mais para atender a parte dos impostos que aumentava todo ano; à plebe, atordoada, sem entender muito bem a razão de tantos sacrifícios, restava suar mais.

[Para ler todo o texto clique no título]

sábado, 1 de maio de 2010

Alterando o destino


Precisamos criar espaço e oportunidade para questionar a herança do aprendizado implantado ou absorvido, por vezes, por situações apenas circunstanciais. Precisamos, pois, ser determinados e ter coragem para apagar registros que não passam de entulhos, criando a possibilidade para um novo sonho e uma nova realidade.
[Para ler o texto completo clique no título acima.]

Salvatore Adamo - F comme Femme (Tradução)

ne me quitte pas -Enrico Macias.-Μη μ' αφήνεις μη,

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Protocolo de Kyoto

O Protocolo de Kyoto estabelece que, entre 2008 e 2012, os países industrializados devem reduzir as suas emissões de gases em 5,2%, tendo como base os níveis em 1990.

Os 10 maiores emissores de CO do Planeta [base 2003]          
País                  Milhões  ton CO   % do total     ton CO/hab
USA                          5777             22,27                   19,9
CHINA                     4447             17,34                     3,5
U.E.                          4003             15,43                      8,8
JAPÃO                     1258               6,1                     10,9
ÍNDIA                      1148               4,43                     1,1
ALEMANHA            865               3,34                   10,5
REINO UNIDO         552               2,13                     9,3
CANADÁ                  543                2,1                     17,2
CORÉIA DO SUL     489                1,89                  10,2


terça-feira, 27 de abril de 2010

As várias faces da coragem

Comecei a ler o livro Reconciliação de Benazir Bhutto enquanto o coletivo do qual eu era passageiro se deslocava pelas ruas de uma metrópole catarinense. Pois a saga desta estadista além de trágica mostra-nos uma mulher com uma incrível coragem e determinação. Ela conta a sua própria história sempre em tom conciliador. Fala de sua família, do seu exílio e do seu retorno a sua pátria onde, sabidamente, corria risco de vida. Impelida pela vontade de ajudar o seu povo na construção de uma nação democrática, igualitária e pluralista não se intimida de enfrentar a morte, que era fotografada como iminente.
[O texto completo pode ser lido clicando no título acima.]

segunda-feira, 26 de abril de 2010

A arrogância dos americanos em xeque




Pois, a arrogância dos americanos não foi suficiente para vencer a guerra do Vietnã, assim com não está sendo para trazer a paz para o Iraque. Também não serviu para ocultar os problemas econômicos no atendimento às vítimas do furacão Catrina em Nova Orleans.

[O texto completo pode ser lido clicando no título acima]

A política vinte séculos depois


Pois, incitado por essa inquietude cidadã, transitei por alguns cenários políticos, destacando o romano do século V a.C. ao III d.C., onde consegui, em vários momentos, traçar  um paralelo entre o que aconteceu por lá e a realidade da política brasileira, o que me forneceu argumentos para dizer que, embora os tempos sejam diferentes, na política, nem tanto. 

[Parte do texto. Para ver o texto completo, clique no título acima]

domingo, 11 de abril de 2010

O que Karl Marx tem a ver com a Revolução Russa?

by

Jornei Costa                         



Creio que para nós nos conhecermos melhor e entender o mundo, necessariamente, precisamos ter como referência a História. Por outro lado, entendo que assuntos de cunho históricos precisam estar respaldados em informações com coerência científica, o que significa rejeitar as definições menos prováveis.

Não é incomum, que grandes acontecimentos sejam popularizados e conhecidos, de forma diferente. Então essas distorções criam as lendas e os mitos da História. Entre as muitas lendas e mitos, uma das que escolhi é a que relaciona de forma direta a figura do doutor em Filosofia Karl Marx com a Revolução Russa.

Marx viveu no século XIX e a revolução aconteceu no século XX. Portanto, Marx e a Revolução Russa são duas coisas distintas. Ele era judeu, nascido na Alemanha. Estudou direito e doutorou-se em filosofia. Em função de problemas resultantes de suas críticas contra o Estado prussiano, retirou-se para a França, onde militou em organizações socialistas. Foi expulso de Paris, por pressão do governo da Prússia, indo viver em Bruxelas, na Bélgica, de onde também foi expulso. Foi para Londres – foco do Capitalismo europeu da época -, onde viveu e se dedicou até a morte aos estudos de Economia Política, tendo escrito um tratado sobre Economia denominado O Capital. Quanto às teorias sobre Comunismo, Marx escreveu pouco, mas cabe a este e a Friedrich Engels, também escritor e seu amigo inseparável, o famoso Manifesto Comunista, que lançou as bases do Socialismo Cientifico, em Londres.

Quanto à Revolução Russa, iniciada com movimentos anticsarista no começo do século XX e definida em 1917 com a renúncia do czar, teve como mentor intelectual um discípulo de Marx e membro do Partido Operário Social-Democrata Russo,  Wladimir Illich Ulianov, mais conhecido pelo apelido de Lênin. Lênin que era um estudioso das teorias do socialismo científico, conclui que não poderia aplicar as teorias de Marx num país rural e com uma classe operária reduzida e, portanto, teve que adequar as idéias socialistas à realidade da Rússia. Outro personagem importante no cenário da revolução foi o teórico russo Lev Dadidovitch Bronstein, mais conhecido por Trotsky, membro importante do Partido Bolchevique, - partido liderado por Lênin - que foi eleito presidente do Soviete de Petrogrado e chefe de seu comitê militar.

O sistema político e social que  prevaleceu na Rússia e seus países membros no início do século XX, teve pouco ou quase nada a ver com o socialismo do século XVIII, definido pelo conjunto de doutrinas que defendia uma melhor distribuição da produção produzida pelo trabalho, pois a produção era restrita à produção agrícola do campo e, na Rússia, a produção industrial ainda era incipiente e, portanto, também não havia trabalho nas cidades.

E, à medida que avançamos na cronologia dos acontecimentos a Rússia se transforma em União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), tendo como dirigente Stalin, caracterizando um período absolutista que vai de 1927 a 1953. Embora o nome adotado pelo país sugerisse teoricamente que o Estado era federativo e, portanto, as repúblicas teriam autonomia e governo próprio, na prática  isto não ocorria. O governo da União, com suas instituições superpostas às das repúblicas, centralizava todas as decisões em todos os setores. Stalin, através do Partido Comunista, controlava todos os organismos governamentais da União e das repúblicas. Estava  instituída a ditadura política stalinista.

Isto também não era socialismo científico e nem entrava nas teorias dos estudos de economia  de Karl Marx , produzidos no maior centro capitalista da Europa Ocidental, Londres.


domingo, 21 de março de 2010

La manifestación sutil del tiempo ...

Jornei Costa

La niña, mientras mira la lluvia por la ventana, luchando para sacar  una cáscara de palomitas de maíz que quedaron bajo la lengua. El motorista buscado por todas partes tratando de identificar su próximo cliente. Cerca de allí, un zumbido insistente de las campanas anunció que la misa comenzaría pronto. Todos se movió. Manifestaciones conscientes e inconscientes en un tira y afloja en el tiempo el acompañamiento invisible pero implacable silencio.

La oruga, que no era mariposa, esperó en silencio, el tiempo para dar su primer viaje fuera de su capullo discreto. Además, el caracol subió la pared, sin quejarse de su falta de velocidad. La naturaleza corrió la barra normal de rotación de la tierra. El ciclo de vida se repite. Nada era estática. El pulso de mi sangre y el tiempo que se desarrolló me dio una idea clara de la dinámica de todas las cosas, esta energía que estamos inmersos y del que no tenemos ningún control para evitarlo.

En un intento de confirmar algunas imágenes que he considerado de nuevo, no fue posible, ya había pasado. El tiempo, indiferente, siguió adelante. Todo a mi alrededor estaba sucediendo. Me di cuenta entonces de que el mundo era también un poco nervioso y no están dispuestos a esperar. Y ahí estaba él, el tiempo: situado en la parte superior como un águila, estaba haciendo un recuento de sus registros de no retorno.

Pensé en la lucha contra el tiempo, pero a mi me llamó la atención de los sensores de mi flash de la irracionalidad. Fue entonces en una posición de reflexión metafísica, en lugar de oponerse a mí, me aliei a su compañero que nos acompaña y nos da la sensación de pasado, presente y futuro.

La muchacha miró a la corteza de las palomitas de maíz a su alcance. En los aparcamientos no havia más táxis. El religiosos habían exorcizado sus pecados y regresaban a sus casas aliviados.

sexta-feira, 19 de março de 2010

A teoria do caos

 Jornei Costa                                                  

Embora a palavra caos também signifique confusão ou desordem, na física tem outro significado, a saber: “Comportamento praticamente imprevisível exibido em sistemas regidos por leis deterministas, e que se deve ao fato de as equações não-lineares que regem a evolução desses sistemas serem extremamente sensíveis a variações, em suas condições iniciais; assim, uma pequena alteração no valor de um parâmetro pode gerar grandes mudanças no estado do sistema, à medida que este tem uma evolução temporal”. Dicionário Aurélio – Século XXI

Decidi abordar a teoria do meteorologista norte-americano Edward Lorenz pela relação da mesma com os eventos que acontecem no mundo, no nosso dia-a-dia e por curiosidade científica.

A teoria estabelece que uma pequena mudança ocorrida no início de um evento qualquer pode ter conseqüências desconhecidas no futuro. Ou seja, se você realizar uma ação nesse exato momento, essa terá um resultado amanhã, embora desconhecido. Lorenz teorizou que um acontecimento simples tinha um comportamento tão desordenado quanto à vida. Ele chegou a esta conclusão após testar um programa de computador que simulava o movimento de massa de ar. Em busca de uma resposta Lorenz teclou um número que alimentavam os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, na expectativa de que o resultado tivesse poucas mudanças. Para surpresa, a pequena alteração transformou completamente o padrão das massas de ar. Segundo ele seria como se o bater de asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas. Fundamentado em seus estudos, ele formulou equações que demonstravam o “efeito borboleta”. Origina-se assim a teoria do caos.

Mais tarde, alguns cientistas também concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do número de vezes que o olho pisca até a cotação da Bolsa de Valores.

Instigado pela essência da teoria, julguei que seria interessante apenas iniciar alguns eventos e repassar para o leitor a responsabilidade de construir o final dos mesmos. Vejamos:
queda na Bolsa de Valores de Nova Iorque, em função da quebradeira de instituições financeiras dos Estados Unidos...
trânsito de São Paulo...
aumento da poluição em nível mundial...
poder paralelo do narcotráfico no Rio de Janeiro...
começar a exercitar o cérebro (considerando reações neurais em cadeia)...
iniciar o dia com mau-humor...
iniciar o dia de bem com a vida...
(...)

Ao escrever este texto pensei em interagir com os leitores de tal modo que ele participe da idéia contida na dissertação.

Na época que escrevi este texto era acadêmico do curso de Física – UFSM – pólo Herval 


terça-feira, 16 de março de 2010

Quando a razão disse não

Jornei Costa

Digo ao meu cérebro que vou escrever uma crônica. Ele não responde, permanece quieto. Depois de algum tempo, quando já havia desistido de continuar, ele pergunta: ”qual é o tema?”. Aproveitei o flash de  solicitude e fui logo definindo não só o tema, mas o foco do assunto. Não aconteceu nada. Não houve qualquer comunicação inteligente entre os meus estimados neurônios e os meus dedos. Inconformado, procurei alfinetá-lo. Tentei agredi-lo fazendo uso de algumas frases como: afinal, tu usas o condomínio do meu corpo, portanto me deves obediência. Nada. Era como se ele estivesse vivendo uma revolução. Imaginei-o de armadura, protegendo-se de ataques que naturalmente lhe eram feitos na forma de solicitações, supostamente tidas e ditas como necessárias, mas que ele não considerava como importantes. Aos poucos tive a sensação de ter perdido  o controle racional sobre minhas reações cognitivas. Mas no auge dessa guerra de poder, resolvi ser tolerante, afinal, no trivial, ele não tinha se negado a responder, e, portanto, eu vinha tocando a minha rotina sem grandes atropelos. Logo, pensei: cada coisa ao seu tempo, talvez amanhã ou depois eu consiga fazer as pazes com ele e tudo fica bem.

Não havia dúvidas, havia obstáculos entre a razão e a ação. Dia após dia não conseguia alinhavar nenhuma frase que tivesse sentido ou que me desse prazer de escrevê-la. Era como se um nojo inconsciente tivesse se apoderado de uma parte sensível de meu cérebro.

Cheguei a pensar que a nossa realidade fosse essa: o poder emocional expandia-se a apagavam os reflexos da inteligência racional. Eu estava marchando da mesma forma que bilhões de pessoas. Por momentos senti-me confortável e esta conclusão justificava a falta de estimulo de pensar e escrever.

A desobediência estava clara e instituída. Havia uma revolução entre poderes. O conflito não era apenas uma sensação fictícia de meu imaginário insolente, mas um fato real que mostrava que nem sempre conseguimos dizer ou fazermos o que queremos.

domingo, 14 de março de 2010

Uma revolução invisível

Jornei Costa

Vivemos a revolução de conceitos e valores. São as mudanças que vem a cabresto com as criações planejadas onde o lucro é o alvo principal.

O Estado começa a dividir suas competências com a iniciativa privada. As pessoas da sociedade civil assumem o ônus da ausência do Estado. O caos pela troca das atribuições se estabelece: os conflitos e as distorções são inevitáveis.

Embora sejamos regidos por um sistema de liberdade democrática e capitalista, não conseguimos ser tão independentes quanto precisaríamos e, como conseqüência ficamos vulneráveis aos novos conceitos e valores que se impõem como uma receita a ser seguida, com risco se não segui-las de sermos discriminados e, por que não, até socialmente excluídos. 

Nesta inversão de valores, a TV, o automóvel, o celular, o computador passam a ter lugar privilegiado em nossas mentes e corações, e, pessoas, diante destas novas figuras da mitologia moderna contracenam no cotidiano num papel secundário.

Habilidade profissional e desenvolvimento intelectual são erroneamente interpretados pelo idiota como esperteza e, o idiota esperto, é visto como inteligente. E assim criamos uma realidade na contramão da inteligência humana.

Pessoas imersas neste terremoto de apelos e propostas divulgados pela TV, meio de comunicação que monopoliza todas as atenções, com raras exceções, buscam imitar nos seus cotidianos o que vêem na tela da TV e do computador passando a viver uma realidade ilusória.

Todos se encantam com imagens e delas passam a serem vítimas. Os mais jovens, nas suas ingenuidades, aceitam as imagens como a única verdade, como a coisa que é certa. Tomar bebida alcoólica, por exemplo, é a coisa certa, pois o seu Ídolo, o Ronaldo, toma cerveja na TV e os incita a fazer o mesmo. A vida já não é tão importante como alguns mais conservadores dizem ser; afinal, os seus mocinhos matam sem qualquer piedade; então, isto é tido com certo.

Namorar passa a ser coisa do passado. Namorar é início ou talvez o meio e isto já não é mais importante, pois estamos recebendo as coisas prontas, no fim; então, eliminamos o início e o meio e vamos diretos pro fim: a última etapa do processo.

Quando não encontramos prazer na conversa, na leitura, na música, no aprender, no ver, no fazer vamos então para o prazer pronto, aquele que já é o final, queimamos etapas. E, quando nos oferecem o "prazer" das drogas vemos como a melhor opção de prazer. É o "prazer" fácil, que embora seja o prazer da morte mesmo assim é aceito. Mas esta questão de vida e morte já não é mais importante, pois elas já foram banalizadas pelos nossos “mocinhos” em filmes e novelas, repetidas vezes vistos e aceitos como “interessantes”. Talvez a proposta do “prazer” das drogas até fosse mais bem discutida se não precisasse apenas de dois componentes: dinheiro e de um idiota.

Pensar deveria ser um desafio e aceito como viável. Questionar e não fazer o que a maioria faz não pode ser visto como loucura, mas como tomada de posicionamento, discernimento. Não precisamos correr para onde todos correm. Não precisamos bater palmas porque uma maioria está batendo palmas, precisamos antes pensar se o homenageado merece ser aplaudido. 

Não somos pão da mesma massa, somos seres humanos, pensantes. Não devemos ter medo de ser diferentes, precisamos é ter medo de afundarmos no mesmo buraco.

Ao toque sutil do tempo

Jornei Costa

A garota, enquanto olhava a chuva pelo vidro da janela, lutava para tirar uma casca de pipoca que se alojara sob a língua. O taxista olhava para todos os lados tentando identificar o seu próximo cliente. Próximo dali, um insistente repicar de sinos anunciava que a missa não tardaria a começar. Todos se movimentavam. Eram manifestações conscientes e inconscientes num vai-e-vem silencioso sob o acompanhamento invisível, mas implacável do tempo.

A lagarta, que ainda não era borboleta, aguardava calmamente o momento de dar o seu primeiro passeio fora de seu discreto casulo. Ao lado, a lesma subia o muro sem reclamar da sua pouca velocidade. A natureza rodava no compasso normal da rotação da terra. O ciclo da vida se repetia. Nada era estático. A pulsação do meu sangue e o tempo que transcorria dava-me a idéia clara da dinâmica de todas as coisas, dessa energia em que estamos imersos e sobre a qual não temos o controle de detê-la.

Na tentativa de confirmar algumas imagens cheguei a pensar em voltar, não foi possível, já era passado. O tempo, indiferente, seguia adiante. Tudo à minha volta continuava a acontecer. Percebi, pois, que o mundo era também um pouco nervoso e não está disposto a esperar. E, lá estava ele, o tempo: posicionado no alto como uma águia, ia fazendo seus registros numa contagem sem retorno.

Cheguei a pensar em brigar contra o tempo, mas os meus sensores alertaram-me do meu flash de irracionalidade. Foi quando então, numa situação de reflexo metafísico, ao invés de me contrapor, aliei-me a esse companheiro que nos acompanha e nos dá o sentido de passado, presente e futuro.

A garota olhava a casca de pipoca na ponta do dedo. No ponto de táxi, não havia taxistas. Os religiosos, já tinham exorcizado seus pecados e voltavam aliviados para casa.

terça-feira, 9 de março de 2010

O Livro

Pensei em fugir daquele panorama hostil, quase insalubre. A coragem inicial deu lugar a um carrossel de dúvidas e medos. O meu cérebro fervilhava completamente improdutivo, pois não elaborava nenhuma resposta que pudesse dar-me um norte razoável. 


( parte do texto "O livro")


Para ler a crônica clique em O Livro

terça-feira, 2 de março de 2010

A saúde e a sociedade

O artigo "A saúde e a sociedade" é de minha autoria e foi publicado no jornal Diário Popular. Trata-se de uma crítica à omissão da classe média nas questões da saúde do país.

Clique aqui para ver o artigo

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Alcoolismo

  • O alcoolismo acomete de 10 a 12% da população mundial e 11,2% dos brasileiros que vivem nas 107 maiores cidades do país.
  • A incidência do alcoolismo é maior entre os mais jovens, especialmente na faixa etária dos 18 aos 29 anos.
  • O álcool é responsável por cerca de 60% dos acidentes de trânsito e aparece em 70% dos laudos cadavéricos das mortes violentas.
  • De acordo com a última pesquisa realizada pelo Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas Psicotrópicas - CEBRID - entre estudantes de dez capitais brasileiras, as bebidas alcoólicas são consumidas por mais de 65%  dos entrevistados, estando bem à frente do tabaco. Dentre esses, 50% iniciaram o uso entre os 10 e 12 anos de idade.

Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria - Abuso e Dependência do Álcool
Citado no site: www.hepcentro.com.br/alcoolismo.htm

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Coisas "made in Brazil", uma hipocrisia.

"Não se pode conduzir um homem ou um povo através do inferno sem lhe prometer o céu"- autor desconhecido.

No Brasil onde o alcoolismo é um grande problema de saúde pública, ainda incentivamos a propaganda de bebidas alcoólicas na TV aberta.

E, para motivar o consumo do álcool, aparecem figuras como o senhor Dunga, o treinador da seleção brasileira, uma referência nacional para crianças e jovens fazendo propaganda de cerveja, tendo o agravante de usar a estrutura da Seleção brasileira na filmagem de seu vídeo.

Não é o primeiro caso de "figurões" do futebol fazerem apologia ao consumo de bebidas alcoólicas, o que é lamentável e triste para uma nação com crônicos problemas de drogadição.

Pois é, tem gente que usa a máquina da república para fazer propaganda em benefício próprio e fica tudo bem, na mais relapsa omissão dos governantes.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fotos de alguns dos meus antepassados


Zeferino da Costa Medeiros
e Ana Faustina de Lima (1858 - 1912)
Bisavós de Jornei Costa

Ambrozina da Costa Medeiros (1855 - ?)
Tia tetravó de Jornei Costa


Maria Fca. Borges dos Santos, esposa de
Otílio da Costa Medeiros, com os filhos
Maia, Euclides, Diófanes e
Sílvio dos Santos Medeiros



Ismário de Lima Medeiros
Irmão de Isaura Medeiros da Costa
Tio avô de Jornei Costa

MEI - Micro Empreendedor Individual


Para mais informações sobre MEI - Micro Empreendedor Individual, acesse o portal
www.portaldoempreendedor.gov.br

Quem pode se cadastrar?


Profissionais cuja receita bruta seja de até R$ 36 mil, sem sociedade e com no máximo um funcionário.

Como fazer o cadastro?

O usuário deve acessar o site www.portaldoempreendedor.gov.br eclicar no botão verde onde se lê "formalize-se agora".

Quanto custa?

Não há taxa de inscrição. Após o cadastro, a pessoa pagará R$ 5 de ISS ao município, se for prestador de serviço, ou R$ 1 de ICMS para o Estado, caso a atividade envolva a venda de produtos. O INSS será reduzido a 11% do salário mínimo (R$ 56,10). O gasto é mensal.

Os Benefícios

  • Aposentadoria por idade (60 anos para mulheres e 65, homens) após 15 de contribuição.
  • Direito a aposentadoria por invalidez auxílio doença com pelo menos um ano de contribuição.
  • Salário Maternidade para empreendedores com menos de dez meses de contribuição.
  • Auxílio acidente a partir do momento do registro.
  • Direito a pensão por morte e auxílio reclusão a partir do primeiro pagamento em dia para a família.
    Fonte: Zero Hora, 09.02.2010 / Portal do Empreendedor e Sebrae

Concurso Público


Reabertas inscrições para oficial de justiça

Após suspensão temporária, serão reabertas hoje as inscrições para 122 vagas de oficial de justiça de 1º grau.

Segundo nova manifestação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), estão valendo as condições originais do edital de abertura do concurso, que prevê, com relação à escolaridade, a conclusão do ensino médio ou equivalente.
A interrupção aconteceu em decorrência de decisão inicial do conselho, em 20 de janeiro, por solicitação de entidades de classe defendendo que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul exijisse curso superior para os detentores do cargo.
As provas do concurso para oficial de justiça estão previstas para serem aplicadas em 18 de abril.
Respeitada a ordem de classificação, o candidato vai escolher, de acordo com as vagas disponíveis, a comarca em que atuará.

  • Inscrições: até 1º de março
  • Vagas: 122
  • Local das provas: Alegrete, Caxias do Sul, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre, Santa Maria e Santo Ângelo
  • Salário: até R$3.630,93
  • Taxa: R$ 48
  • Incrições: www.tjrs.jus.br e www.conesul.org
Fonte: Zero Hora, 09 de fevereiro de 2010.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Coluna da Cidadania


Associação de Bairros

O que é?

É uma entidade privada de utilidade pública formada por moradores de microrregiões com abrangência territorial limitada dentro do mapa do município, também chamado de bairro. Exemplo: Bairro Brasília, Vila Paraíso

Qual é a finalidade de uma associação de bairro?

A associação de bairro originada da espontânea participação e organização dos moradores tem como objetivo a melhoria da qualidade de vida do bairro e, portanto, da cidade, pois pode provocar as autoridades públicas na tomada de atitudes concretas em prol da comunidade.
Ela também pode oferecer subsídios ao Ministério Público para sua ação perante o Poder Judiciário nos termos da lei
Exemplos de reivindicações: solicitar melhorias na segurança, postos de saúde, rede de esgoto, calçamento, praças para lazer, entre outras.

Como se faz uma associação de bairro?

1º passo: Reúne-se (assembléia) os moradores interessados em participar e constituir uma associação de bairro, redige-se uma ata (descrição do evento, finalidade, participantes, assinaturas dos participantes, local e data com dia, mês e ano).
2º passo: Elaborara-se uma lista de candidatos para a diretoria provisória que vai definir o estatuto e conduzir as próximas reuniões e passos.
3º passo: Escolhe-se uma diretoria (provisória) em reunião (assembléia) com aos moradores do bairro para elaborar o Estatuto que vai definir as regras de funcionamento da associação (elaborar ata).
4º passo: Elaborar o estatuto.
5º passo: Votar e aprovar o estatuto
6º passo: Reconhecer firma em cartório de todas as atas e do estatuto.
7º passo: Definir a formalização da entidade quanto pessoa jurídica junto aos órgãos do governo.
Obs: este é o procedimento correto para que a associação tenha valor jurídico. Entretanto, apenas com o reconhecimento em cartório das atas das reuniões que deu origem a associação, ela tem valor de fato, sendo aceitar em várias situações e reivindicações junto ao poder público.

Nota: sempre que for realizado alguma reunião dos moradores ou da diretoria é fundamental que se faça uma ata com as assinaturas dos participantes, pois esta será um documento com valor legal para comprovar a realização de eventos e suas respectivas finalidades.

Fontes:

Informações gerais: www.sampaonline.com.br/reportagem/associacoesdebairro2...
Estatuto: http://www.irtdpjbrasil.com.br/modelassocia.htm

Hoje pensei, hoje escrevi.


  • O problema não é pagar impostos, o problema é não ter na contrapartida serviços públicos de qualidade.
  • Antes de se fazer uma reforma ortográfica seria melhor que se fizesse uma reforma para higienizar o cenário político.
  • Falar de maus políticos é como chutar a cabeça de quem já está na sarjeta, é eticamente incorreto, pois eles já estão caídos.
  • Ser um político inteligente não basta; é preciso fazer alguma coisa de útil para a sociedade.
  • Deveríamos gastar o dinheiro público com a mesma parcimônia como se gasta o seu próprio.
  • Falar em política alimenta o exercício da cidadania, mas às vezes dá enjôo.

domingo, 31 de janeiro de 2010

Coluna das informações técnicas - óleos lubrificantes automotivos


Conceito de lubrificação

A lubrificação consiste na colocação de uma película fluída entre duas superfícies metálicas em movimento onde o óleo tem a função de impedir o contato metal com metal, reduzir o atrito e o desgaste das peças em serviço.

Tipos de óleos

Os óleos de acordo com sua constituição química podem ser:
a) Parafínicos, Naftênicos e Mistos;
b) Óleos graxos;
c) Óleos compostos;
d) Óleos sintéticos.

O óleo usado no motor do automóvel

O óleo usado no motor dos nossos automóveis são, basicamente, de dois tipos, os parafínicos e os sintéticos. Os parafínicos são óleos minerais obtido por processo de destilação e demais tratamentos e sua origem é o petróleo (são óleos mais comuns, de menor custo e são os mais utilizados nos nossos automóveis). Os sintéticos são obtidos por síntese química tendo como origem resinas sintéticas (foram desenvolvidos para condições mais severas, são mais resistentes e de maior custo).

Características básicas de um óleo

Entre os muitos elementos que caracterizam um óleo lubrificante, os mais usuais (populares), são a viscosidade e os aditivos usados.

Viscosidade:

É a sua resistência ao escoamento; mede-se o grau de atrito interno do óleo quando ele escoa. É a propriedade mais importante dos óleos lubrificantes. A escolha do lubrificante adequado é basicamente uma escolha de viscosidade.

Classificação:
O grau de viscosidade para óleos conforme a norma SAE (sociedade automobilística americana) é: 5 w, 10 w, 20 w, 30w, 40w, 50w.

Aditivos:

São empregados para reforçar propriedades já existentes no óleo e para criar novas inexistentes.
Nota: nunca se devem misturar óleos de marcas diferentes, porque há riscos da incompatibilidade entre aditivos.

Tipos de aditivos: anti-oxidantes, anti-ferrugem, anti-corrosivo, anti-desaste, dispersante-detergente, melhoradores dos índices de viscosidade, extrema pressão, anti-espuma, emulsionante, bactericidas, entre outros.

Óleo multiviscoso

Trata-se de um óleo com aditivos que confere ao óleo a propriedade de multiviscosidade modulando esta conforme a temperatura do motor. O grau de classificação é do tipo: Sae 15w - 50, 20w - 40, 20w-50 , são os chamados óleos multiviscosos, também são os mais recomendados e mais utilizados atualmente.

Então agora vem a pergunta clássica: que óleo eu devo usar no motor do meu automóvel?

O seu mecânico (que deve saber a respeito de óleos lubrificantes) é que vai responder.
Como regra geral, devemos optar por um óleo multiviscoso e de marca nacionalmente bem conceituada.

Fonte: Corrêa, L.M e Silva, M. A. - Análise e Tratamentos Anticorrosivos - Engenharia Mecânica. S. Leopoldo, RS. Editora Unisinos

sábado, 30 de janeiro de 2010

COLUNA DA CIDADANIA


Exercite a sua cidadania enviando suas dúvidas, opiniões e sugestões para melhorar a sua cidade no site da
Prefeitura Municipal de Pedro Osório,
URL: http://www.pmpedroosorio.com.br

no link "...envie suas dúvidas, opiniões e sugestões"
http://www.pmpedroosorio.com.br/index.php?exibir=contato

Coluna das informações técnicas - parafusos


No popular, ao se falar sobre parafusos, logo vamos dizendo: "quero um parafuso polegada bitola tal".
Pois o parafuso é um elemento mecânico de fixação e basicamente podemos classificá-los em dois tipos, a saber:
  • Parafusos com rosca WHITWORTH, também chamado de parafuso máquina, cuja medida do diâmetro da rosca é em polegadas (1/4 - 5/16 - 3/8 - 7/16 - 1/2 - 5/8 - 3/4 - 7/8 - 1 ...) . Uma polegada = 25,4 milímetros, portanto, se você tem um parafuso com a rosca em polegadas e que quer saber o equivalente em milímetro, faça a conta: 25,4 x (a medida em polegadas), exemplo: 25,4 x 1/4 = 6,35 mm
Nota: O uso de parafusos de rosca em polegadas é muito restrito na indústria mecânica do mundo todo, sendo usado por poucos países, entre eles a Inglaterra e alguns países da América Latina. Na Indústria automotiva, entre outros produtos de ponta, usa-se o parafuso de rosca métrica.

  • Parafuso de rosca métrica - atualmente é o parafuso mais usado na indústria mecânica do mundo todo, incluindo a indústria automotiva. Estes parafusos tem a sua referência de bitola pela medida da rosca (4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 10 - 12 - 14 - 16 mm ...).
  • Quanto à sua resistência mecânica eles podem ser de baixa, média e alta resistência, dependendo da sua finalidade.
  • Tipos de cabeça - as mais comuns são: chata, panela, oval, sextavada, quadrada, sem cabeça, entre outras.
  • Tipos de fendas - as mais comuns são: fenda simples, fenda philips, pozidrive, sextavado interno, torks (muito usada em parafusos métricos para a indústria automotiva), entre outras.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Algumas opiniões (as minhas)


  • Não sei porquê, mas acredito mais nas mulheres que nos homens, principalmente em se tratando de políticos.
  • Entre a sociedade e o trabalhador quem ganha é a sociedade; o outro se ocupa.
  • Com todas essas coisas de Blogs, Orkuts, Twitter e Cia, tenho a nítida impressão que somos mais públicos que privados.
  • Por que algumas pessoas ainda tem a idéia de posse sobre pessoas? Talvez precisássemos fazer uma reforma agrária neste campo.
  • Os jovens escutariam sons com 110 decibéis se soubessem que danos às células do caracol (ouvido) são irreversíveis?
  • Mais idiota que ouvir a discussão entre dois políticos corruptos é achar que todo mundo gosta de música sertaneja.
  • Sei pouco sobre o Afeganistão e o Iraque, mas sei que é uma atitude imbecil acreditar que podemos dominar e controlar um povo onde começou uma civilização.

Sarah Brightman


Esta é Sarah Brightman. Para escutar suas músicas, escolha o Link "Videos related..." nesta página.

Filosofia budista para reflexão


O desligamento dos bens materiais, a paz e a plenitude levam a um estado de ausência total de sofrimento a que Buda denominou nirvana. Para atingi-la, é preciso seguir a doutrina das Quatro Nobres Verdades e a Senda Óctupla. As Quatro Nobres Verdades são: a constatação de que o sofrimento é fator inerente a toda forma de existência; de que a origem do sofrimento é a ignorância; de que se pode dominar o sofrimento por meio da extinção da ignorância; de que o caminho que leva ao domínio do sofrimento, caminho médio entre a automortificação e o abandono dos prazeres, consiste na Senda Óctupla. Esta abrange compreensão correta, pensamento correto, palavra correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção correta e concentração correta. Fonte: Barsa - Budismo, Evolução Histórica.

Atualizações do cérebro


Percebo com alguma apreensão que o meu cérebro faz atualizações automáticas, ao estilo de programas on-line. O que eu gostava ontem, pode ser que eu não goste mais hoje, por exemplo, algumas músicas e cantores, atores e atrizes, entre outras coisas.

Reforma Ortográfica


Pois a minha escolha foi a de escrever conforme a Reforma ortográfica de 1971. Às vezes somos atropelados por algum corretor ortográfico já atualizado, que insiste em dizer que estamos errado, mas afinal, não temos até 2012 para escrever a moda antiga?

Haiti

Acho uma hipocrisia dizer que o Brasil e a ONU estão ajudando o Haiti enviando tropas militares para estabelecerem a ordem pública e controlar pessoas. O que o Haiti precisa não é de soldados para controlá-los, mas grupos de pessoas para educá-los para as questões de saúde; ensiná-los a organizar e tratar o lixo; construir escolas agrícolas para ensiná-los a plantar, colher e armazenar produtos agrícolas; construir núcleos de treinamento rápido para as diversas áreas ligadas a gestão das questões urbanas e rurais e, principalmente, de técnicos e agrônomos para ajudá-los a plantar e produzir alimentos. A fome afia a faca e traz a desordem. Portanto, existe muitas outras formas de ajudar no lugar de intimidar pessoas com fusis e metralhadoras.

Uma gata para ser admirada


De vez em quando somos presenteados pela Natureza.
Angelina Jolie é um destes presentes.

My hobby

Escrever é o meu "hobby". Vejo no ato de escrever uma oportunidade de dividir com os outros idéias, pensamentos e opiniões. Ao explicitarmos as nossas idéias fazemos provocações para o pensar e esta é a nossa contribuição para a sociedade.
Para ver os meus artigos acesse o site: www.pedroosorio.net clic no link "colunistas", escolha




Jornei
ou

digite a URL: www.pedroosorio.net/index.php?area=artigos&autor=18
e boa leitura.

Um depoimento


De tanto ver o bichinho humano fazer besteiras em relação a si e à Natureza, chego a pensar que escolhemos o caminho errado no modo de viver e de fazer as coisas.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Momento filosófico


"Deixemos de lado essa infinita confusão encontradiça entre os próprios filósofos e essa perpétua e universal discussão acerca do conhecimento que temos das coisas, pois é evidente que os homens, e os mais sábios e sinceros, e os mais capazes, não estão de acordo acerca de nada, nem mesmo em que o céu se encontra acima de nossas cabeças, porquanto os que duvidam de tudo duvidam disto também. "Michel de Montaigne"

As incontestáveis limitações e finitude do ser


Nunca entendi muito bem por que se fala pouco ou quase nada sobre a morte. Talvez seja o nosso comodismo de fugir de temas controversos: é mais confortável. Comportamo-nos como se a nós fosse reservada a possibilidade da existência infinita. Ignoramos o tempo. Resistimos a reconhecer as nossas limitações e em razão disto, muitas vezes, não aprendemos a lidar com elas. Então, quando não conseguimos mais carregar uma vaca nas costas, sofremos por isto. Talvez se tivéssemos a consciência de tais limitações não lamentaríamos, mas, sabiamente, recorreríamos ao uso de algum equipamento para nos auxiliar em tarefas em que apenas o uso do nosso corpo é insuficiente.
(parte do texto do meu artigo que publicarei no site: www.pedroosorio.net)